Os resultados mostraram que os ácidos galoilquínicos atuam diretamente contra o coronavírus em diferentes formas. Eles conseguem inibir a entrada do vírus nas células, reduzir sua replicação e interferir na produção de proteínas virais. Além disso, apresentam efeitos anti-inflamatórios e imunomoduladores, o que pode ajudar a regular a resposta do organismo à infecção, especialmente em casos mais graves.
Estudos anteriores
Pesquisas anteriores já indicavam que esses ácidos galoilquínicos tem atividades antifúngicas, anticancerígenas e antivirais de amplo espectro, tanto em testes laboratoriais quanto em organismos vivos. Em estudos anteriores, derivados dessas substâncias chegaram a demonstrar capacidade de inibir o HIV-1, com menor toxicidade em comparação a outras moléculas analisadas.
