Abril Azul: Secretaria de Educação de Castilho promove formação continuada para professores e gestores com foco no autismo

CASTILHO – A Secretaria Municipal de Educação de Castilho promove uma série de ações voltadas à conscientização e capacitação profissional durante o mês do Abril Azul, campanha dedicada à inclusão e ao entendimento do Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Como parte da programação, está sendo realizada a Jornada de Educação Inclusiva: Autismo na Prática, reunindo especialistas e profissionais da área para discutir estratégias, desafios e caminhos voltados à inclusão de alunos com TEA na rede municipal de ensino.
A formação teve início nesta terça-feira, 07, com palestras voltadas ao tema “Autismo na escola: desafios, caminhos e possibilidades”, conduzida pela especialista Jacqueline Jéssica Soares, abordando aspectos pedagógicos e práticas inclusivas no ambiente escolar.

A programação segue até quarta,08, com atividades em diferentes períodos. Pela manhã, a psicóloga e pedagoga Alessandra Sanitá fará reflexões sobre inclusão e desafios no contexto escolar.
Já no período da tarde, a especialista Irlandes Lopes discutirá a aplicação do Plano Educacional Individualizado (PEI) na realidade escolar.
À noite, o palestrante Marcelo Duarte de Sales abordará a importância de uma prática pedagógica mais humanizada no atendimento a alunos com autismo.
Encerrando a programação da semana, no dia 10 de abril, será realizada uma palestra especial com o tema “TEA: características, direitos e dificuldades na inclusão escolar”, ministrada pelas psicólogas e analistas do comportamento Bárbara Moreno de Araújo e Isabela Maria de Souza. O encontro acontece às 19h30, na Igreja Koinonia.

De acordo com a secretária de Educação, Silvânia Contra, as ações fazem parte de uma política educacional que busca fortalecer a formação continuada dos professores e gestores, preparando-os para lidar com as diferentes necessidades dos alunos e promovendo uma educação mais inclusiva, acolhedora e eficaz.
“Iniciativas como essa são fundamentais para ampliar o conhecimento sobre o autismo, reduzir preconceitos e garantir que todos os estudantes tenham acesso a um ensino de qualidade, respeitando suas individualidades”, defende a secretária.

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