Em meio a uma seca sem precedentes vivida pelo município de Castilho — com estiagem severa, qualquer ação emergencial não era opção política. Era dever!
O auxílio com o bagacinho doado pela Usina foi distribuído a todos que precisaram, sem qualquer distinção de lado político, ideologia ou posicionamento eleitoral.
Quando a fome bate à porta, não há espaço para divisões políticas — há apenas a responsabilidade de cuidar das pessoas…dos animais.
Essa ação não foi favor, não foi promessa eleitoral e não foi moeda de troca. Trata-se de uma política pública emergencial, adotada sempre que o município enfrenta situações extremas como estiagens prolongadas e crises climáticas severas.
É uma medida que sempre existiu, está sendo executada no presente e continuará existindo no futuro, sempre que a realidade exigir, porque faz parte do compromisso permanente da administração com o produtor rural e com a preservação da atividade agropecuária.
Ou seja, aquilo que a oposição tentou transformar em escândalo político foi, na verdade, uma ação administrativa responsável, validada não apenas pela população nas urnas, mas também pelo crivo técnico e jurídico da Justiça Eleitoral, em primeira e segunda instâncias.
Quero agradecer ao meu vice-prefeito João Gabriel pelo companheirismo, fidelidade e lealdade, caminhando ao meu lado nesta segunda gestão, com confiança mútua e unidade de propósitos.
Publicação de Paulo Boaventura

